#14 – As Melhores Ações da Bolsa

Como disse Benjamin Graham o investimento é mais inteligente quando está focado no negócio. E é aqui que a Empiricus entra com a sua nova série – As Melhores Ações da Bolsa.

Maior Menor
27 de Abril de 2017

Caro leitor,

Compre boas empresas e não as que estão na moda.

As que andam na baila, por norma, apresentam valorizações muito além dos lucros atuais e das potencialidades de negócio.

Mas a euforia chega a todos os intervenientes dos mercados: analistas, gestores de carteiras e traders que ficam com os olhos presos nestas empresas.

Obviamente que com esta exaltação é impossível que estas continuem desvalorizadas e, desta forma, se tornem realmente um bom investimento para entrar.

Já para não falar do dilema entre as recomendações dos analistas dos bancos de investimento e o verdadeiro interesse de querer gerar volume de transações para receber comissões.

Mas este é um velho tema em Wall Street.

Mais recentemente a BusinessInsider espelhou bem este conflito de interesses em volta da Snap Inc.

Um mês depois da estreia em bolsa da Snap, empresa mãe da aplicação Snapchat, o Morgan Stanley emitiu uma recomendação de compra com um preço alvo de 28 dólares por ação.

Este preço representava na altura uma valorização de 23% acima do preço da semana anterior.

Cerca de 22h depois, o Morgan Stanley emitiu uma segunda nota que parecia ser igual à primeira com a pequena diferença que no fim da página indicava que um erro no cálculo do imposto tinha sobrestimado os resultados da empresa.

No entanto, após a correção o preço alvo manteve-se nos mesmos 28 dólares por ação!

Como?

Erros acontecem e todos nós já os cometemos, mas não deixa de ser estranho pois o Morgan Stanley foi o lead manager do IPO da Snap.

Ora, quando se faz parte do lançamento de uma empresa em bolsa, tem-se todo o interesse que este seja um sucesso.

Qual o banco que quer ver a ação cair a pique em bolsa depois de ter ajudado a realizar o IPO?

Independentemente de o erro ter sido honesto ou não, leva-nos sempre a questionar a independência dos analistas nos bancos de investimento quando o verdadeiro negócio são as comissões de corretagem ou de aconselhamento corporativo.

Mas nos dias que correm as recomendações de ações – comumente conhecido como equity research – são dominadas pelos bancos de investimento.

E mais, não existe nenhuma comissão ou subscrição por este serviço.

Apenas esperam que com o research de qualidade que disponibilizam aos clientes consigam mais volume de transações e comissões de bolsa.

Não deixa de ser ainda verdade que os bancos tentam sempre emitir os melhores relatórios de modo a que os institucionais o escolham pelo seu research e não pelos seus serviços de corretagem.

No entanto, este serviço não é prestado da melhor forma.

Neste momento os bancos bombardeiam as caixas de correios dos seus clientes com milhares de relatórios em que apenas uma pequena fração é lida.

Numa indústria com cada vez menos lucros em comissões, cortes tiveram que ser feitos.

Estimativas da Frost Consulting mostram que o orçamento do research tem vindo a diminuir de um pico de 8,2 mil milhões de dólares em 2008 para 4 mil milhões de dólares em 2016.

E o número de analistas também.

Além disto, devido à nova regulação europeia do próximo ano, será obrigatório separar a fatura do research da das comissões de corretagem levando os clientes a ponderar se o custo das recomendações vale o valor que lhe colocam.

Somando isto à nova tendência do investimento passivo em ETFs, a procura está destinada a ser cada vez menor.

O research não vai desaparecer inteiramente, mas sofrerá alterações.

Mas se formos a ver bem, o que os investidores andam à procura é do conhecimento geral de uma indústria ou negócio e não das complicadas análises e previsões exatas.

Como disse Benjamin Graham o investimento é mais inteligente quando está focado no negócio.

E é aqui que a Empiricus entra com a sua nova série – As Melhores Ações da Bolsa.

Como casa independente com um alcance global acabámos de lançar um novo produto com as nossas melhores recomendações.

Nesta nova série vamos vasculhar os mercados financeiros para encontrar aquilo que consideramos ser as melhores empresas.

Não temos uma visão oportunista de curto prazo nem pretendemos fazertrading.

Iremos compenetrar-nos no negócio e não nas flutuações de mercado.

Investir não é prever o futuro. Sabemos que isso é impossível.

Por isso, as recomendações do As Melhores Ações da Bolsa terão como objetivo o longo prazo, com um foco no potencial de valorização, mas também de proteção de capital.

Da mesma forma que também não iremos ficar restringidos a uma única geografia.

Não poderíamos estar a lançar um produto em melhor altura pois o momento que a Europa atravessa traz consigo as melhores condições dos últimos anos.

No As Melhores Ações da Bolsa comprometemo-nos a fazer o máximo pelo leitor para que tenha uma análise crítica sobre as nossas recomendações e que possua as melhores condições para escolher as suas próprias decisões de investimento.

Enquanto for nosso assinante, conte sempre comigo e com a nossa equipa de analistas para acompanhá-lo.

Não perca tempo.

Seja muito bem-vindo!

Até para semana.